sábado, 9 de junho de 2012

O mais importante que aprendi a fazer depois dos quarenta anos foi dizer não quando é não.

Só porque alguém não te ama como tu queres, não significa que não te ama com todas as forças.

A vida não é mais do que uma contínua sucessão de oportunidades para sobreviver.

Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior. Que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma, e, sim, um signo do zodíaco.

O mundo era tão recente que as coisas careciam de nomes. E para nominá-las havia que se apontá-las com os dedos.

Dê-me um preconceito e eu moverei o mundo.

A sabedoria só nos chega quando não serve mais para nada.

Nenhuma pessoa merece tuas lagrimas. E quem as merece jamais te fará chorar.

Não há remédio que cure o que a felicidade não cura.

Um homem só tem o direito de olhar o outro de cima para baixo se for ajudá-lo a levantar.

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós.

É preciso muitos anos de sofrimento e miséria para se conquistar os privilégios da solidão.

Dou valor as coisas, não por aquilo que valem, mas por aquilo que significam.

Quero-te não exatamente por quem tu és, mas por quem eu sou quando estou contigo.

Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.

Tomei consciência de que a força invencível que impulsionou o mundo não são os amores felizes mas os contrariados.

Quem sabe Deus queira que conheças muita gente enganada antes que conheças a pessoa adequada para que, quando no fim a conheças, saibas estar agradecido.

Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiver triste, porque nunca se sabe quem pode se apaixonar por teu sorriso.

Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma.

Era ainda jovem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e enaltece as boas, e que graças a este artifício conseguimos suportar o passado.

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